terça-feira, 8 de janeiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

segredo??

oh tristeza...
ao tempo que aqui não deixo nada...
hoje a inspiração nao é muita, mas vale sempre deixar aqui umas palavrinhas...=)

estamos ja em 2008, possa...como o tempo corre.
este fim de ano foi especial, não pelo sitio onde o passei, não pelas pessoas com quem o passei,
não pelo que tinha vestido...
foi especial por mim e para mim, a minha medida...
neste final, incluo o convivio fraterno que realizei de 26-29.dez.2007
foi uma esperiência gratificante, enriquecedora, forte...e muito muito mais.=D
na verdade sinto-me simplesmente BEM,
mas um BEM daqueles que da vontade de ir na rua e sorrir para todo mundo e desejar que ele seja feliz,
um BEM daqueles que nos faz chorar de estar comovida com o bem estar...
mas um BEM daqueles que da vontade de ser eu mesma,
um BEM daqueles que so alguns sabem ter,
que so aguns sabem sentir sem ver...
sinto-me a divagar, mas também é como sinto este meu BEM,
vago e ao mesmo tempo mais concreto que tudo...
acho que talvez haja um segredo, ou não...

amar=D

domingo, 18 de novembro de 2007

"eu gosto de Cristo. eu não gosto de vocês, cristãos.
vocês cristãos são diferentes de cristo." Gandhi

Nascimento(11.out.2007)

Cá está o texto que ando desde Agosto para escrever, na verdade acho que não dei o meu melhor, mas oportunidades não faltaram(espero).
Dedico este post ao mais novo elemento da família e aos seus pais, que eles saibam nascer ano após ano, mês após mês, dia após dia… sempre que seja necessário, e que o consigam fazer juntos.
O nascimento, no meu ver, não se dá simplesmente, salvo algumas excepções, com a junção do esperma com o óvulo, e mesmo que me digam que sim eu irei contra, isso é simplificar irei dizer que não. Um nascimento surge da junção de dois corpos, duas almas, dois corações que se entregam e deixam fluir todo o amor que neles existe para que “o nascimento” possa existir.
Por mais que exista discórdia, discussão ou até disputa por este novo ser, não acho correcto pôr em causa o amor que nele existe, o amor que lhe foi incutido no acto da entrega…
Pois é… talvez isto pareçam tudo balelas ,lamechices, mas prefiro pensar assim, prefiro atribuir a este nascimento o AMOR.
Porque afinal, quer queiramos, quer não todos amamos…

Porque vale sempre a pena nascer

Este é para ti linda Matilde =o)

domingo, 14 de outubro de 2007

TOQUE (11-out-2007)

O toque é algo que está relacionado com todos nós, com o mundo, com a vida…
Embora nem todos sejamos capaz de o admitir, a verdade é que todos necessitamos do toque, tanto de tocar como de ser tocado…
Segundo especialistas as mãos e os lábios são as partes do corpo mais usadas, e porquê? é fácil. É simplesmente porque são ambas partes do corpo muito sensíveis.
Se pensarmos um pouco tudo faz sentido, porque o toque é sensível, é algo sentido.
O toque…
O toque é essencial,
O toque é sempre personalizado e vivido,
O toque, é algo que, na minha vida, é totalmente essencial, seja ele um beijo de carinho, um abraço de amizade, um enlaçar de mãos amoroso, um cafoné de conforto…e não há que ter medo do toque, há que deixarmo-nos levar pelos sentimentos mais bonitos que temos.
Porque o que é verdade, é que o toque existe e não o podemos ignorar, não o devemos, porque se o fizermos toda a vida, não a viveremos em plenitude.

“porque o toque denuncia,
porque o toque é bom,
porque o toque é toque e nunca o deixará de ser” R.L.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

(?)

Hoje apetece-me ser, preciso ser…
Encontro-me perdida e sem saber o que fazer, o que sentir…
Na verdade sinto-me vazia, e esta voz que não para, não cala, irrita e perturba…
Sinto-me completamente fora de mim, sem ser eu, com falta de tudo e de nada, sem saber onde me posso encontrar…
E demorará isto muito tempo?
Quando descobrirei o que pretendo? o que preciso?
Quando o alcançarei?

perdida...

sábado, 15 de setembro de 2007

ligações de mundos

Há coisas na vida que vivemos de tal forma que não conseguimos explicar por palavras…
Estes dias o campo de ferias 171 foi, sem sombra de duvidas, muito mais que um simples convívio entre conhecidos e desconhecidos.
Todos os que por lá passamos levamos algo connosco e deixamos algo de nós ao outro,

foi um dar e receber do qual já tinha e tenho saudades.
É um outro mundo, um mundo que deveria poder ser chamado de “real”,
Lá, deixamos de olhar para nós para dar lugar ao outro, somos postos à prova dia a dia, conhecemos diferentes utentes, e diferentes problemas com os quais temos de aprender a viver.
Existe também a “nossa vida”, os nossos sentimentos, aquele espaço que precisamos,

a reflexão, a partilha de experiências, o desabafo, o darmo-nos aos outros,
e vê-los a todos como iguais.
Foram dias que marcaram, dias de sorrisos e alegria mas também dias de apertos no coração,

de medos miudinhos, de ralhetes aqui e ali…
Entre horas bem passadas com os doentes e momentos especiais dentro e fora da “nossa” casa,

posso dizer que vivi cada momento que ali passei …, acho que todos os vivemos.
É difícil para mim conseguir transpor, através de um mero teclado, tanto que senti e vivi,

e tanto que ainda hoje sinto, porque, o não me conseguir exprimir a 100%, ainda que custe, tolero,
mas o deixar de sentir, não deixo, é algo demasiado importante…
Sinto-me já a divagar pelo meio da noite, aqui em frente ao computador…
Sinto-me perdida, e preciso de algo invisível para me achar…
Sinto-me por momentos, imensamente lamechas e exagerada, a verdade é que há coisas

que são inevitáveis e que nos marcam, e que nos iram continuar a marcar, seja no telhal,
nas laranjeiras ou noutra casa de saúde…
A verdade é que o facto de fazer voluntariado é algo de grandioso, algo que não consigo deixar de lado,
algo que sem darmos conta nos invade e nos completa de um modo que não sei explicar…
É o podermos dar um pouco de nós e receber-mos muito, muito mais, e sem tão-pouco o pedirmos;
É o chegar perto do outro e aprender com ele coisas que nunca antes pensamos;
É o aprender a viver com a simplicidade, com o essencial, com naturalidade…
É deixarmo-nos levar pela corrente e ser paz e amor, alegria e coragem…
E para isto, é preciso muito pouco, basta existirmos e não termos medo dos outros,

é DARMO-NOS sem receio…
Estar “ali”, com “eles” é algo, que como alguém disse um dia: “é viciante…”.
Mas acreditem,
ser voluntário é um dos grandes e virtuosos vícios que podemos ganhar…
porque…
“…
isto é a juventude em grande acção,
pois faz tudo, tudo, tudo com o coração.


obrigado a todos vocês que partilham isto tudo comigo