[Li num saco e achei oportuno. Acho sempre oportuno pensarmos mais além, sermos capazes de perceber, mais, sermos capazes de lutar. Mesmo que a vela esteja quase apagar, mesmo que falte apenas um sopro...]
um velho índio estava a falar com o seu neto e contava-lhe: "Sinto-me como se tivesse dois lobos lutando no meu coração. Um é o lobo irritado, violento e vingativo. O outro está cheio de amor e compaixão."
o neto perguntou: "Avô, diga-me, qual dos dois ganhará a luta no seu coração?"
É a falta que sinto em ti É aquilo que não dás, Que escondes e guardas bem aí dentro… Peço-te! Não guardes mais essa partilha que te faz crescer, que me fará crescer Partilha o teu EU, o teu crescimento, a tua vida… Partilha-te a ti mesmo
HOJE houve partilha HOJE senti-a HOJE fui partilha HOJE deixei que partilhassem HOJE partilharam HOJE estive HOJE PARTILHÁMO-NOS
Partilha… a minha riqueza. Porque dela recebo, mas nela também posso dar… LINDO [em todos os sentidos e direcções]
“ai,ai… graças a Deus, por me pôr estas pessoas maravilhosas no caminho”
pergunto-me que estou aqui a fazer? quem sou eu? qual o meu caminho? o que é importante para mim? ... e a resposta que encontro, aquilo que me faz seguir, que está no meu caminho...
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou. Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita. O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará. As profecias terão o seu fim, o dom das línguas terminará e a ciência vai ser inútil. Pois o nosso conhecimento é imperfeito e também imperfeita é a nossa profecia. Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Mas, quando me tornei homem, deixei o que era próprio de criança. Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa; depois, veremos face a face. Agora, conheço de modo imperfeito; depois, conhecerei como sou conhecido. Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor.”
agora resta encontrar o amor onde eu estou em mim nos outros na vida no mundo que me rodeia...
Há momentos em que todos nós paramos, mesmo que uma milésima de segundo, paramos. E nesse parar dá-se algo de inexplicável, comigo dá-se e acredito que também com outros alguéns no mundo, pelo mundo fora.
E aí, nesse parar pensamos, talvez… observamos, mas o que aí acontece é a real consciência da vida.
Podemos ser negativistas e pensar no suicídio, podemos olhar-nos e vermo-nos no abismo, num túnel sem luz e perdermo-nos mais do que alguma vez nos tenhamos perdido, não por não termos lá estado, mas por não termos a real consciência disso…
Podemos sorrir ou até deixar uma lágrima cair, perceber o quão fúteis somos, e dando um passo em frente, podemos decidir recuar na vida como modo de descobrir onde perdemos o nosso EU.
Podemos tomar a atitude de humanos assumindo que erramos e ir mais longe percebendo que é hora de recomeçar.
Eu não sei…
Paro… e escrevo, como se fosse mais uma pausa na vida, como se tivesse sempre consciência dela, como se ela me perseguisse e esta, fosse a minha única fuga – a pausa.
Mas percebo, pausa após pausa, que não passo de mais um ser humano e… caramba! Volto a errar.